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Uma história...

  • 29 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

O POTE QUEBRADO

“Um jovem carregador de água sempre levava dois potes pendurados em cada ponta de uma vara.

Um dos potes tinha uma pequena fenda, enquanto o outro estava inteiro e chegava sempre cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do patrão do carregador.

O pote rachado chegava sempre apenas com a metade da carga de água. Assim foi durante dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.

Claro que o pote perfeito estava orgulhoso das suas realizações.

Porém, o pote rachado estava envergonhado com a sua imperfeição e sentindo-se miserável por apenas ser capaz de realizar metade do que lhe era designado fazer.

Depois de algum tempo, à beira do poço, o pote rachado disse ao homem:

- Estou envergonhado e quero pedir-lhe desculpas.

- Por quê? – perguntou o homem – De que você está envergonhado?

- Nestes dois anos só fui capaz de entregar metade da minha carga, porque esta fenda no meu lado faz com que boa parte da água se perca pelo caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, me

smo tendo todo esse trabalho, você não ganha o salário completo pelos seus esforços.

O homem apenas acenou com a cabeça, e no caminho para a casa de seu senhor, o homem disse ao pote:

- Você notou como existem flores no seu lado do caminho? Notou que, dia após dia, enquanto voltávamos do poço, era você quem as regava? Durante dois anos pude colher essas flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Se você não fosse da maneira que é, ele não poderia ter tanta beleza para dar graça a sua casa.” (Robmar)

A vida é curta e efémera.

Todos estamos aqui de passagem. Infelizmente, não nos damos conta disso, e passamos pelas organizações sem perceber cada peça que as compõe.

Na verdade, deveríamos ter a capacidade de perceber e desenvolver o potencial de todas as pessoas em cada organização. Ninguém domina todos os assuntos. Todos temos dificuldades em determinadas áreas, mas, em contrapartida, somos muito bons noutras.

Na verdade, não existe o saber mais ou o saber menos. Existem apenas saberes diferentes, e estamos sempre a tempo de os reconhecer e valorizar. É sempre tempo para apreciar as flores que continuam inteiras à nossa volta! Numa equipa, os conhecimentos complementam-se, e o respeito pelas competências de cada um é a chave para o bom relacionamento e para o sucesso.


 
 
 

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