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Coisas...

  • 29 de jun. de 2015
  • 2 min de leitura

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Quero viver cada momento, na rua, na praia, nas montanhas, em casa e na lua.

Quero chorar, talvez de tanto rir, e viver cada dia como se de um sonho se tratasse.

Quero ter um motivo ou não ter motivo nenhum.

Quero ouvir todas as vozes, memorizar e guardar cada uma, para as poder ouvir de cada vez que sentir saudades.

Quero poder ouvir todos os segredos, todos os medos, todos os sonhos (até os impossíveis). Quero poder falar “para o ar” e quero poder ouvir mesmo quando só se ouve o silêncio.

Quero sentir. Quero sentir o toque. Quero sentir o vento a passar no cabelo e a encostar-se ao meu ouvido na melodia de um sussurro de vontades e segredos. Quero sentir todas as emoções como se não houvesse amanhã. Quero olhar para a vida como ela olha para mim neste instante.

Quero dormir. Quero que o sono me embale em segurança. Quero sonhar as maiores e melhores aventuras. Quero fugir para conhecer o mundo. Quero sonhar que estou a saltar em nuvens de algodão doce, porque parte de mim continua criança. Quero sonhar. Qualquer coisa. Quero acordar. Basta isso.

Quero acordar confiante e com vontade de rir. Quero abrir os olhos e deixar a luz entrar. Quero acordar e sentir que basta querer para ser possível.

Não importa se acordo de mau humor. Não importa se me faltam as forças ou se estou doente. Quero apenas cuidar de mim. Quero ser feliz. Quero ser como sou. Quero lutar, mesmo quando se esgotam as forças. Quero ser quem sou. Não quero ficar pelo desejar ou pelo querer. Quero estar bem. Quero chorar, porque não sou forte o tempo todo. Quero rir. Quero gritar. Quero continuar a ter esta alegria de viver. Em todo o lado. Por todas as razões. Quero apenas por querer.

 
 
 

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