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Ervilhas... Pisum sativum

  • 20 de mai. de 2015
  • 1 min de leitura

Quando penso em ervilhas lembro-me sempre daquele alimento divertido, com que brincava no prato. Contudo, hoje elas são muito mais do que um alimento-brinquedo.

Cultivadas em regime slow, as que eu consumo, nascem e crescem durante meses, sem qualquer tipo de quimico adicionado. É um processo lento, mas gratificante. Colhidas e descascadas à mão. Saborosas e de grão irregular.

Ervilha torta. Ervilha em grão. Frescas ou congeladas. Com o seu vibrante sabor e maravilhosa textura, as ervilhas ocupam um lugar importante na minha cozinha.

Os registos não nos dão certezas. Pensa-se que a origem terá sido a Ásia Central. Nada indica a sua presença no Egito. Do Neolítico só se encontraram umas sementes pequenas. Diz-se que na Europa é utilizada desde a Idade do Bronze. Talvez tenha havido uma mutação da espécie. Mas nada são certezas.

Do ponto de vista

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da saúde, as ervilhas têm um baixo nível glicémico. São ricas em fibras e baixas em calorias. Têm propriedades anti-inflamatórias e, como são ricas em antioxidantes, ajudam a controlar o stresse oxidativo. Para além de tudo isto, a ingestão de ervilhas ajuda a fortalecer o sistema imunitário e retarda o processo de envelhecimento.


 
 
 

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