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Gosto de pessoas...

  • 19 de mai. de 2015
  • 2 min de leitura

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Admiro pessoas capazes de tomar decisões em vez de se acomodarem à espera que alguém as tome por si.

Admiro pessoas que sorriem sem sacrifício, que gargalham até às lágrimas, ou que não escondem um sentimento.

Prezo todos aqueles que demonstram, sem medos, que também são humanos e frágeis e que acreditam, verdadeiramente, que o amor está dentro de cada um de nós, e que enquanto não assumirmos isso, dificilmente conseguiremos amar alguém.

Gosto de quem se emociona, de quem pede desculpa, de quem diz obrigado, de quem erra e assume o seu erro.

Admiro quem sofre e vive com dificuldades, mas vai à luta, enfrenta os obstáculos e se recusa a assumir o papel de vítima.

Aprecio aqueles seres capazes de transmitir o que sentem, de uma forma clara, olhando-me nos olhos, e que se enfurecem de raiva quando vêm injustiças.

Gosto de abraços. Fazem-me sentir outras dimensões do amor. Conseguem mostrar, em simultâneo, a disponibilidade e o afeto. Mesmo correndo riscos de ser mal interpretada, prefiro arriscar, em vez de viver na infelicidade daqueles que nunca chegam a descobrir o valor desta partilha.

“Abraços são uma espécie de foguetes capazes de fazer despertar moribundos ou fazer levantar da cama preguiçosos. Explosões de vida. E são uma das melhores festas gratuitas a que toda a gente tem acesso.” (Maria José Costa Félix)

Prezo as pessoas que me cativam e que se deixam cativar. Assim ficamos eternamente responsáveis por alimentar sempre uma amizade verdadeira e genuína. Até podemos mudar de partido, de religião, de cidade, de opinião, mas quando se cativa, as amizades perduram para além de todas as diferenças, de todas as distâncias e de todos os obstáculos.

Admiro quem tem a coragem de manter algumas portas entreabertas e outras definitivamente fechadas.

Gosto de pessoas puras e autênticas, capazes de soltar a criança que ainda lhes vive no peito.

Gosto dos eternos apaixonados, que dançam à chuva, que apreciam a simplicidade de um pôr-do-sol, que se emocionam com um filme e que, acima de tudo, têm a coragem de o mostrar, mesmo que os rotulem de piegas.

Respeito pessoas que sabem pedir em vez de mandar e que gostam sempre de aprender, mesmo quando têm muito mais para ensinar.

Quero comigo as pessoas que me dizem, de forma frontal e direta, que estou errada, ou que estou no caminho errado.

Na verdade, gosto das pessoas porque sim!

 
 
 

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